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Doutor Business Brasilhttp://doutorbusinessbrasil.com.brConsultoria EstrategicaFri, 24 Mar 2017 11:39:25 +0000pt-BRhourly1https://wordpress.org/?v=4.7.8/wp-content/uploads/2016/09/cropped-oie_transparent-32x32.pngDoutor Business Brasilhttp://doutorbusinessbrasil.com.br3232Metas e Objetivos – Doutor Business Brasil | Video #5/metas-e-objetivos-video-5//metas-e-objetivos-video-5/#respondFri, 13 Jan 2017 15:37:34 +0000/?p=748Você tem metas e objetivos bem definidos, alinhados e realistas? Todo negócio ou pessoa deve ter suas metas, para isso existem formas de validar, apurar e controlar o desenvolvimento delas. O método SMART é o mais funcional de todos! Vamos conhecê-lo! Definindo Metas e Objetivos No ultimo vídeo falamos um […]

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Você tem metas e objetivos bem definidos, alinhados e realistas?
Todo negócio ou pessoa deve ter suas metas, para isso existem formas de validar, apurar e controlar o desenvolvimento delas. O método SMART é o mais funcional de todos! Vamos conhecê-lo!

Definindo Metas e Objetivos

No ultimo vídeo falamos um pouco sobre os níveis estratégico, tático e operacional de uma
organização e como eles existem em todas as empresas. Hoje vamos aprofundar um pouco
sobre as questões estratégicas de uma organização, que são os objetivos.
A definição de objetivos é essencial para um planejamento estratégico adequado. A visão de
uma empresa se baseia precisamente nisso: onde a empresa pretende estar em algum tempo.
Objetivos de longo prazo devem balizar todas as ações realizadas por um profissional em uma
organização, de forma a fortalecer o atingimento destes objetivos.

O objetivo bem definido permite que todos entendam o caminho estratégico que se pretende
seguir dentro de uma organização
Para se fazer a definição dos objetivos existe um método simples que pode ser utilizado:
O método SMART.
O método SMART considera que um objetivo para ser bem definido deve ser:

  • Específico: que significa ser claro para qualquer um que o veja.
  • Mensurável: deve existir uma forma de medir este objetivo, para poder enxergar o quão perto
    ou longe se está de alcança-lo.
  • Atingível: deve ser algo que é possível alcançar no tempo pretendido.
  • Relevante: deve ser algo que fará diferença em um objetivo ou visão maior.
  • Com prazo: porque Objetivo sem prazo é desejo.

Utilizando uma forma simples como esta para definir onde se pretende estar em longo prazo
de uma empresa
No próximo vídeo falaremos um pouco sobre a saúde financeira dos seus negócios, nos vemos
lá!

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Guilherme Bezerra é Coach e Consultor Especialista em Gestão Empresarial, com mais de 10 anos de experiência na área. Seu foco é oferecer soluções simples para problemas complexos, auxiliando quem mais precisa a alcançar grandes resultados.

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Níveis da Empresa – Doutor Business Brasil | Vídeo #4/niveis-da-empresa-video-4//niveis-da-empresa-video-4/#respondThu, 01 Dec 2016 14:38:29 +0000/?p=729Toda empresa é dividida em níveis de responsabilidade e função para que as decisões mantenham um fluxo de informações e ações lógico! Você conhece e aplica esses níveis na sua empresa? Neste vídeo vamos abordá-los de forma prática! Vamos lá? Você conhece os níveis da empresa? No último vídeo falamos […]

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Toda empresa é dividida em níveis de responsabilidade e função para que as decisões mantenham um fluxo de informações e ações lógico!
Você conhece e aplica esses níveis na sua empresa? Neste vídeo vamos abordá-los de forma prática! Vamos lá?

Você conhece os níveis da empresa?


No último vídeo falamos sobre um método de começar a seguir a caminho de melhorar seus negócios, usando o seu cliente para te ajudar.
Hoje falaremos sobre a estrutura de qualquer empresa.
A empresa, qualquer empresa, parte de um conceito de níveis, que se divide em três básicos:

Nível Estratégico – Nível Tático – Nível Operacional

O estratégico é o general da empresa, são os donos, presidentes, diretores, que definem efetivamente qual caminho a empresa como um todo deve seguir e qual sua cultura interna.
Decisões como: mudar o lugar da empresa, abrir uma nova, mudar de segmento totalmente, definição de objetivos globais da empresa. São inerentes do nível estratégico.
O nível tático é a execução dos planos, através de objetivos e metas específicos. Papel que seria de um gerente, supervisor ou encarregado nas empresas.
Definições como: contratação de pessoas, definição de metas para aumentar as vendas.
O tático apóia o nível operacional, que é o nível de execução do que foi desejado pela estratégia.
O nível operacional é quem efetivamente faz o dinheiro acontecer em uma empresa.
É a “produção” de uma organização.

Em um restaurante, são os garçons, numa indústria, é a produção, em um salão de cabeleireiro, são os cabeleireiros.
As decisões neste nível são menores, porque em algum momento anterior já foram gastos neurônios para pensar no que fazer.
Estas funções todas podem estar em uma pessoa apenas, como um empreendedor individual, como podem ter uma estrutura gigantesca, como uma multinacional. Mas sempre existirão na organização, seja ela qual for.
No próximo vídeo vamos falar sobre as estratégias e como definir onde a empresa quer chegar.
Nos vemos no próximo vídeo.
Abraço!

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Guilherme Bezerra é Coach e Consultor Especialista em Gestão Empresarial, com mais de 10 anos de experiência na área. Seu foco é oferecer soluções simples para problemas complexos, auxiliando quem mais precisa a alcançar grandes resultados.

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Diagnóstico Básico – Doutor Business Brasil | Vídeo #3/diagnostico-basico-video-3//diagnostico-basico-video-3/#respondTue, 29 Nov 2016 14:15:13 +0000/?p=725Fazendo um diagnóstico básico – Como seu cliente vê sua empresa? Você já questionou seu cliente sobre qual o sentimento dele sobre seus produtos e serviços? Existem ferramentas práticas e fáceis de utilização, não requerem investimentos, somente boa vontade e atitude! Vamos ver quais são essas ferramentas? Diagnóstico Básico No […]

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Fazendo um diagnóstico básico – Como seu cliente vê sua empresa?
Você já questionou seu cliente sobre qual o sentimento dele sobre seus produtos e serviços? Existem ferramentas práticas e fáceis de utilização, não requerem investimentos, somente boa vontade e atitude! Vamos ver quais são essas ferramentas?

Diagnóstico Básico

No último vídeo falamos sobre como sua empresa é uma pessoa, que também tem problemas e doenças.

Hoje nós vamos falar sobre uma forma muito rápida e simples de diagnosticar seus problemas, que é a percepção do cliente.

Um guru da gestão disse: “Qualidade é o que melhora o produto (ou serviço) do ponto de vista do cliente.”

Como seu cliente te vê?

Partindo disto, podemos dizer que se o cliente estiver bem atendido, boa parte do caminho já está percorrido.

Existem várias formas de avaliar esta percepção, como uma pesquisa de satisfação de clientes.

Parece óbvio, mas nem sempre fazemos esta pesquisa adequadamente.

Pense no seu negócio e adeque sua pesquisa a este público.

Indústria? Faça uma pesquisa escrita e envie por e-mail.

Serviços? Mantenha um contato estreito com o cliente e peça feedbacks constantes.

Varejo? Faça uma ou duas perguntas simples para clientes aleatórios todos os dias.

Restaurantes? Ofereça um bônus, como uma sobremesa, para quem contribuir com uma pesquisa rápida sobre seu negócio.

Outras formas existem, mais ou menos complexas. Mas, sendo objetivo e com as perguntas certas você pode encontrar o caminho para avaliar de forma simples e barata o seu negócio.

No próximo vídeo, vamos entender um pouco da estrutura de uma empresa, antes de partir para o nosso próximo conceito.

Abraço!

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Saúde da Empresa – Doutor Business Brasil | Vídeo #2/saude-da-empresa-video-2//saude-da-empresa-video-2/#respondMon, 28 Nov 2016 14:15:00 +0000/?p=721Como anda a saúde da empresa? Você sabia que os empresários cuidam dos problemas da sua empresa da mesma forma que cuidam da sua saúde? Quando foi a ultima vez que você foi ao médico fazer um check-up? Da mesma forma, um disgnóstico bem elaborado pode prever futuros problemas e […]

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Como anda a saúde da empresa? Você sabia que os empresários cuidam dos problemas da sua empresa da mesma forma que cuidam da sua saúde?
Quando foi a ultima vez que você foi ao médico fazer um check-up? Da mesma forma, um disgnóstico bem elaborado pode prever futuros problemas e sanar, de forma efetiva, problemas que estão acontecendo atualmente!

Saúde da Empresa

Como está a saúde da sua empresa?

Sua empresa é uma pessoa, como você. Sendo uma pessoa ela tem conhecimentos, sucesso e qualidades, bem como problemas, dificuldades e doenças.

O diagnóstico empresarial é um trabalho similar ao de um médico.

Como você faz quando está doente?

  1. Procura no google os sintomas;
  2. Tenta fazer por conta própria com remédios caseiros, e, se não funcionar;
  3. Vai atrás de um médico;

O problema deste método é que eventualmente você vai encontrar alguma resposta que não é a correta antes de efetivamente encontrar a solução para seu problema.

Se você faz parte do 1% que vai no médico primeiro, parabéns. Sua saúde com certeza é melhor que a da maioria

Entender as doenças da sua empresa é essencial para fazer um diagnóstico adequado, e, nem sempre no dia a dia isso ficará claro.

No próximo vídeo falaremos uma forma básica de fazer um diagnóstico do seu negócio, fique ligado!

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Guilherme Bezerra é Coach e Consultor Especialista em Gestão Empresarial, com mais de 10 anos de experiência na área. Seu foco é oferecer soluções simples para problemas complexos, auxiliando quem mais precisa a alcançar grandes resultados.

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Vender Mais – Doutor Business Brasil | Vídeo #1/vender-mais-video-1//vender-mais-video-1/#respondThu, 24 Nov 2016 19:38:31 +0000/?p=718Você concorda que vender mais resolve os problemas das empresas? Vender é essencial, porém, antes de traçar um plano de ação de vendas é necessário questionar e abordar outros problemas que influenciam diretamente no resultado comercial do seu negócio. Vamos ver nesse vídeo, quais devem ser esses passos! Vender mais […]

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Você concorda que vender mais resolve os problemas das empresas? Vender é essencial, porém, antes de traçar um plano de ação de vendas é necessário questionar e abordar outros problemas que influenciam diretamente no resultado comercial do seu negócio. Vamos ver nesse vídeo, quais devem ser esses passos!

Vender mais

Toda empresa acredita que vender mais é a garantia do sucesso dos negócios. Isso não está totalmente errado, mas, na prática é apenas um dos fatores que pesam quando falamos de uma empresa de boa performance.

O primeiro passo que deve ser dado é para trás.

O passo para trás deve ser dado para você parar e efetivamente enxergar sua empresa como está. Qual a situação atual? Como estão os métodos? Meus clientes internos e externos estão satisfeitos? Minha empresa alcançou o ponto de equilíbrio para sua saúde financeira? Meu budget está sendo atendido?

Vender mais, ganhar mais dinheiro e transformar a empresa em um legado é uma consequência de um trabalho anterior bem executado.

Dar este passo para trás e observar efetivamente é uma forma simples de entender as doenças da sua empresa.

Fique atento ao próximo vídeo, onde falaremos exatamente disso.

Abraço!

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PEPS e PVPS e a qualidade integrada ao estoque/peps-e-pvps-e-a-qualidade-integrada-ao-estoque//peps-e-pvps-e-a-qualidade-integrada-ao-estoque/#respondFri, 18 Nov 2016 12:39:41 +0000/?p=692Os estoques são parte essencial de qualquer empresa que realize a fabricação e/ou a distribuição de produtos. O PEPS e PVPS são práticas conhecidas que auxiliam na garantia dos insumos e produtos de uma empresa. Itens de algumas das principais normas que regem os sistemas de gestão dedicam, muitas vezes, […]

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Os estoques são parte essencial de qualquer empresa que realize a fabricação e/ou a distribuição de produtos. O PEPS e PVPS são práticas conhecidas que auxiliam na garantia dos insumos e produtos de uma empresa.

Itens de algumas das principais normas que regem os sistemas de gestão dedicam, muitas vezes, apenas algumas linhas para mencionar esta importante parte das organizações, sem necessariamente considerar práticas aprofundadas orientadas ao controle destes estoques.

PEPS e PVPS

No intuito de auxiliar neste aspecto, possuímos ferramentas como o PEPS (ou FIFO) e o PVPS (ou FEFO), que serão apresentadas aqui de forma sucinta. Vamos lá?

PEPS/FIFO – Primeiro que Entra, Primeiro que Sai
(First In, First Out)

É a metodologia mais comum utilizada principalmente em indústrias e distribuidores de produtos sem datas de validade. Por exemplo: plásticos injetados, papel e produtos de aço inoxidável. Nesta metodologia, tendo em vista que os produtos têm prazo de validade indeterminado, considera-se a entrada dos lotes de produtos para uso em ordem de chegada. Produtos que entraram primeiro no estoque são utilizados primeiro, o que garante que sempre haverá produtos novos para uso.

Uma das formas de uso do PEPS pode ser o uso de etiquetas que indiquem as datas de entrada de produtos, ou até mesmo um controle físico, onde o produto mais antigo é disposto à frente, e o mais recente é colocado atrás, para garantia de uso na ordem correta: primeiro os mais antigos, depois os mais novos.

PVPS/FEFO – Primeiro que Vence, Primeiro que Sai
(First Expire, First Out)

Nesta metodologia, utilizada para produtos que possuem data de validade, os produtos com prazos mais próximos ao vencimento devem ser os primeiros a serem utilizados, mesmo que suas entradas sejam posteriores às de lotes já em estoque.

Para uso do PVPS, que necessita de um controle mais rígido, pode-se considerar planilhas, softwares de controle ou etiquetas coloridas que indiquem o material a ser usado. Pode-se pensar ainda na organização física em prateleiras ou pallets de forma prática e lógica.

Dependendo da natureza da organização, os processos PEPS e PVPS processos podem se mesclar por utilizar produtos tanto com validade determinada quanto indeterminada.

Utilize os métodos mais adequados para seu controle e adapte-os à realidade de sua organização de maneira a garantir que os estoques sejam consumidos de maneira adequada ao propósito da organização. Mais importante que isso garanta sempre a qualidade de seus produtos para seus clientes.

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ISO/TS 16949 – Você sabe o que é?/isots-16949-voce-sabe-o-que-e//isots-16949-voce-sabe-o-que-e/#respondWed, 16 Nov 2016 15:22:38 +0000/?p=685Quando se fala em certificação ISO, pensamos em diversas normas, tais como a ISO 9001, a ISO 14001 ou até mesmo a OHSAS 18001 (que não é ISO), mas eventualmente nos deparamos com normas menos conhecidas de forma geral, como, por exemplo, as normas ISO/TS. TS é uma sigla em […]

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Quando se fala em certificação ISO, pensamos em diversas normas, tais como a ISO 9001, a ISO 14001 ou até mesmo a OHSAS 18001 (que não é ISO), mas eventualmente nos deparamos com normas menos conhecidas de forma geral, como, por exemplo, as normas ISO/TS. TS é uma sigla em inglês que significa Technical Specification, ou Especificação Técnica.

Especificação Técnica ISO/TS 16949

A ISO/TS 16949, cuja versão mais atual é de 2009, é totalmente fundamentada na ISO 9001:2008, porém com alguns diferenciais. Esta norma surgiu a partir da necessidade das montadoras de automóveis de padronizar os requisitos para seus fornecedores, pois grande parte delas possuía uma gama de requisitos mandatórios que a própria ISO 9001 não aborda ou aborda apenas superficialmente como manutenção preditiva (por serem requisitos específicos do segmento).

Ela é um alinhamento dos requisitos normativos desenvolvidos por diversos organismos de certificação internacionais, entre eles:

  • VDA (Alemão);
  • AIAG (Norte Americano);
  • AVSQ (Italiano);
  • FIEV (Francês);
  • SMMT (do Reino Unido).

Anteriormente à ISO/TS 16949, uma empresa que desejasse fornecer para montadoras norte-americanas (por exemplo, Ford ou Chrysler) e para montadoras alemãs (por exemplo, Volkswagen e Mercedes-Benz), deveria se certificar tanto para a norma QS9000 (da AIAG) quanto para a VDA 6.1.

Com base nesta necessidade surgiu o IATF (International Automotive Task Force – Força Tarefa Internacional das Automotivas em tradução livre) e estabeleceu pela primeira vez um conceito unificado de qualidade que abrangesse da melhor forma possível as diversas montadoras.

O futuro da ISO/TS 16949

A ISO/TS 16949 está hoje com seus dias contados, pois no final de 2016 deverá ser lançada a norma IATF 16949:2016 com base na nova ISO 9001:2015, mas deixando de ser uma norma controlada pela ISO. Este novo padrão facilitará a integração com outros sistemas por se basear no Anexo SL.

O novo padrão deverá ser um facilitador para a Integração de Sistemas de Gestão, bem como tornar seus Sistemas de Gestão mais adaptáveis a mudanças futuras.

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Normas e Organismos de Certificação/normas-e-organismos-de-certificacao//normas-e-organismos-de-certificacao/#respondMon, 14 Nov 2016 18:16:20 +0000/?p=682Todas as normas, sejam elas nacionais ou internacionais, possuem uma nomenclatura específica e uma revisão. Em se tratando de nomenclatura, o método de identificação parece simples, porém existem diferenças. Veja por exemplo as normas ISO 9001:2008 e ABNT NBR ISO 9001:2008. Normas Brasileiras A ISO 9001:2008 é a versão original, […]

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Todas as normas, sejam elas nacionais ou internacionais, possuem uma nomenclatura específica e uma revisão. Em se tratando de nomenclatura, o método de identificação parece simples, porém existem diferenças. Veja por exemplo as normas ISO 9001:2008 e ABNT NBR ISO 9001:2008.

Normas Brasileiras

A ISO 9001:2008 é a versão original, em inglês, desenvolvida pela instituição ISO, situada em Genebra, na Suíça, enquanto que a ABNT NBR ISO 9001:2008 é a adaptação desta norma para o Brasil. Esta diferença pode ser identificada no início da nomenclatura:

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, que além de adaptar também desenvolve normas e padrões. No Brasil é a representante exclusiva da ISO e da IEC.

NBR – Norma Brasileira Regulamentadora. Identifica que uma norma é regulamentadora para o âmbito nacional.

No Brasil esta nomenclatura é bastante comum, porém existem outras, como a ISO/TS 16949:2009 e sua contraparte brasileira, a ABNT ISO/TS 16949:2010. Como esta norma não é regulamentadora, mas sim de especificação técnica, não apresenta o NBR em sua nomenclatura, pois é uma norma de âmbito internacional. Outra diferença que também pode ser notada diz respeito à versão. A original foi lançada em 2009, porém a nacional, apenas em 2010.

Normas Internacionais

Outros organismos desenvolvedores de normas e associados à ISO são:

  • DIN – Deutsches Institut für Normung (organismo alemão, famoso pela normatização de elementos padronizados de mecânica);
  • ANSI – American National Standards Institute (organismo estadunidense, famoso pela utilização em tecnologia);
  • IPQ – Instituto Português de Qualidade.
  • BS – British Standard – Norma Britânica (famosa pela série OHSAS 18000)

Dúvidas sobre Qualidade ou Gestão? Entre em Contato conosco deixando seu comentário.

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Filosofias Kaizen e Kaikaku – Mudanças contínuas e radicais/filosofias-kaizen-e-kaikaku-mudancas-continuas-e-radicais//filosofias-kaizen-e-kaikaku-mudancas-continuas-e-radicais/#respondFri, 11 Nov 2016 17:43:44 +0000/?p=677O conceito de melhoria contínua, a exemplo do Kaizen (que em tradução livre do japonês significa “Mudança para Melhor”), define conjuntos de pequenas mudanças graduais que, em certo prazo, aumentam a qualidade dos produtos de uma empresa, aperfeiçoam atividades operacionais, reduzem tempos de processos e aumentam lucros. Kaizen A mudança […]

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O conceito de melhoria contínua, a exemplo do Kaizen (que em tradução livre do japonês significa “Mudança para Melhor”), define conjuntos de pequenas mudanças graduais que, em certo prazo, aumentam a qualidade dos produtos de uma empresa, aperfeiçoam atividades operacionais, reduzem tempos de processos e aumentam lucros.

Kaizen

A mudança gradual e contínua é essencial e até natural em certo nível. O aprendizado é parte da vida das pessoas e das empresas, e o desenvolvimento contínuo sempre ocorrerá em maior ou menor escala.

Melhorar contínua e gradualmente, contudo, nem sempre é a grande solução dos problemas de uma organização:

• Os projetos podem ser caros e com amortização demorada fazendo com que os resultados possam demorar a aparecer;

• Pode haver resistência por aceitação de novos conceitos pelas pessoas tanto em nível operacional quanto da gestão pelo engessamento dos conceitos antigos;

• Pode ter havido estagnação das mudanças possíveis dentro do momento atual da empresa;

• E até mesmo os projetos desenvolvidos podem se mostrar ineficazes após avaliação real das mudanças.

Kaikaku

Uma filosofia diferenciada em relação a mudanças, em contraponto à ideia do Kaizen é o Kaikaku (que em tradução livre do japonês significa “Mudança Radical”).

Esta filosofia prevê mudanças que podem ser chamadas de “virar a chave”:

  • Introdução de equipamentos novos
  • Automatização de equipamentos estratégicos
  • Mudança total de layout
  • Mudança de local da empresa
  • Implementação através de benchmarking de conceitos já estabelecidos no mercado e que para a empresa são novos como o Six Sigma, 5S, Total Productive Maintenance (TPM) ou Total Quality Management (TQM).

Tais mudanças radicais do conceito Kaikaku podem ou não carecer de grandes investimentos. Ferramentas como 5S, TPM e TQM, geralmente precisam de investimentos menores. Enquanto que a automatização de equipamentos e processos pode chegar facilmente à casa dos milhões de reais de acordo com a situação e alteração esperada.

Dificuldades do Kaikaku

Dificuldades existem também na implementação dos projetos de Kaikaku, entre os possíveis:

  • Resistência por parte das pessoas para aceitação de novos conceitos. Principalmente quando a mudança é apenas filosófica, portanto é importante o envolvimento das áreas interessadas nas mudanças, quando as pessoas abraçam a causa, e fica nítida a mudança;
  • Custos para investimentos podem ser um agravante significativo, por isto os estudos de amortização devem ser realizados com cautela para assegurar que são realistas;
  • O tempo de adaptação de novos equipamentos, layouts e automatização pode ser significativo após a implementação do projeto. Deve ser considerada uma curva de aprendizado para o novo conceito.
  • Elimina, contudo, a estagnação possível dentro do Kaizen, pelo menos por um período até que uma nova estagnação ocorra.

As filosofias Kaizen e Kaikaku podem e devem andar em conjunto, pois preveem ações diferentes com resultados diferentes, mas ambos importantes para o desenvolvimento das organizações. A grande diferença entre ambas é o tempo de implementação e o tempo de resultados dos projetos desenvolvidos.

Definir qual dos conceitos se aplica melhor ao momento da organização, realizar avaliações de investimentos, envolver as pessoas e estudar a fundo as mudanças que serão realizadas é a principal forma de alcançar a excelência.

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Guilherme Bezerra é Coach e Consultor Especialista em Gestão Empresarial, com mais de 10 anos de experiência na área. Seu foco é oferecer soluções simples para problemas complexos, auxiliando quem mais precisa a alcançar grandes resultados.

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Publicação Original: BEZERRA, GUILHERME, S. Mudanças Contínuas e Radicais: filosofias kaizen e kaikaku. Banas Qualidade, São Paulo, v.264 p.12-13, jun. 2014.

 

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Quem é Quem nos Eventos Corporativos?/palestra-workshop-seminario-quem-e-quem-nos-eventos-corporativos//palestra-workshop-seminario-quem-e-quem-nos-eventos-corporativos/#respondWed, 09 Nov 2016 13:00:19 +0000/?p=687Palestra, Workshop, Seminário.. Quem é quem nos eventos corporativos? Em meio a guerra de gurus da motivação e de mentores, o mundo corporativo vem consumindo esses tipos de eventos, o que eventualmente, causa certa confusão entre as terminologias e tipos de cada evento. Você sabe quem é quem nos eventos […]

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Palestra, Workshop, Seminário.. Quem é quem nos eventos corporativos?

Em meio a guerra de gurus da motivação e de mentores, o mundo corporativo vem consumindo esses tipos de eventos, o que eventualmente, causa certa confusão entre as terminologias e tipos de cada evento. Você sabe quem é quem nos eventos corporativos?

O mundo acadêmico, por exemplo,  possui uma infinidade de eventos técnicos e científicos aos quais participamos para aprender sobre um assunto ou atualizar-se sobre determinado tema e constituem hoje em uma estratégia cada vez mais presente no mundo empresarial. As modalidades variam de acordo com as necessidades dos organizadores ou até mesmo dos patrocinadores.

A importância do conhecimento sobre tais diferenças nos diversos tipos de eventos, mostra certa irrelevância e até mesmo irresponsabilidade por conta dos organizadores, que adotam os nomes dos eventos sem o devido conhecimento de suas característica e objetivos.

Quem é Quem nos Eventos:

  • Palestra: Tem o objetivo de apresentar de forma sucinta alguma novidade, por isso possui curta duração. Pode-se dizer que a palestra é como a capa de um jornal: tem-se acesso apenas às manchetes.
  • Cursos: Consiste no detalhamento de determinado assunto ou conjunto de temas com o foco de “treinar” ou “ensinar a fazer”. É composto de exposições de pessoas normalmente com formação acadêmica que procuram passar seu conhecimento aos participantes. O foco está mais na teoria que na prática, porém não a exclui. É indicado para pessoas que têm baixo ou nenhum conhecimento sobre o assunto, com exceção dos cursos de especialização, cujo objetivo é o aperfeiçoamento daqueles que já dominam o assunto.
  • Workshop: Tem o caráter de treinamento. Seu objetivo consiste em aprofundar a discussão sobre temas específicos e, para isso, apresenta casos práticos. O público participa intensamente. Objetiva-se detalhar, aprofundar um determinado assunto de maneira mais prática. Normalmente possui um moderador e um ou dois expositores. A dinâmica da sessão divide-se em três momentos: exposição, discussão em grupos ou equipe e conclusão.
  • Mesa-redonda: É uma reunião do tipo clássica, preparada e conduzida por um coordenador, que funciona como elemento moderador, orientando a discussão para que ela se mantenha sempre em torno do tema principal. Os expositores têm um tempo limitado para apresentar suas ideias e para o debate posterior. Normalmente, a mesa-redonda está inserida em eventos mais abrangentes. É utilizada quando o assunto ainda não está consolidado e suscita discussões.
  • Simpósio: Aqui não são apresentadas as conclusões de uma pesquisa, mas sim impressões sobre um determinado assunto que é colocado em debate. Vários oradores debatem o tema na mesa, muitas vezes com a participação do auditório. A diferença fundamental entre o simpósio e a mesa-redonda é que no simpósio os expositores não debatem entre si os temas apresentados.
  • Seminário: O objetivo é suscitar o debate sobre determinados temas, até então pouco estudados. Caracteriza-se pela exposição de um orador seguida de debate com o auditório. A dinâmica do seminário divide-se em três momentos: a fase de exposição, a de discussão e a de conclusão. Trata-se de um produto informativo mais focado, porém parcial. A informação tem normalmente uma única fonte – o orador ou expositor – e, por consequência, pode apresentar certo viés. Usualmente, o orador é um guru ou expert no assunto que está sendo exposto.
  • Congresso: Reunião de especialistas em determinada área do conhecimento (Genética, por exemplo) para a apresentação de pesquisas e estudos científicos. Geralmente de manhã e/ou à noite são realizadas conferências com professores convidados e à tarde há apresentações (na forma oral ou em pôsteres) de comunicações inscritas previamente pelos participantes (resumos) e aprovadas pela comissão organizadora do evento.
  • Fórum: tem como objetivo conseguir a efetiva participação de um público numeroso, que deve ser motivado. Está tornando-se uma forma bastante comum, principalmente pela necessidade crescente de sensibilizar-se a opinião pública para certos problemas sociais. Usualmente, são eventos mais abrangentes que tratam de assuntos gerais de setores e industriais ou temas de interesse social ou político.

Vale lembrar que não importa o tipo de evento você vai assistir ou participar. O que importa realmente é que em todos eles o conhecimento e o compartilhamento de ideias e conhecimento é sempre válido.

Agora escolha o seu e vá agregar conhecimento!

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Rogério Rodrigues

Coach – Consultor e Estrategista Empresarial – Coach. Palestrante e Head Trainer. Especialista em Estratégia de Marcas e Mercado. Mentor e Consultor de empresas e empreendedores.

CEO Senior Partner Doutor Business Brasil

 

 

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